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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Eurocopa, casamento na roça e a "caixa"

O continente europeu mais uma vez entrou nessa paranoia da Eurocopa. Eu nem vou falar do meu desempenho porque todos conhecem minha... Inclinação para o futebol. Mas enfim... ¬///¬


Os últimos momentos foram os mais... Hm... Dinâmicos. Nas primeiras semifinais disputaram Espanha e Portugal. Um jogo difícil que teve que ser decidido nos pênaltis. Confesso que Antônio anda tendo muita sorte nesses campeonatos, mas Afonso foi um adversário que lhe deu trabalho como sempre

A segunda semifinal foi entre Alemanha e Itália, com a vitória de Feliciano e Lovino por 2 a 0. Meus parabéns aos gêmeos *Estava torcendo contra os alemães*

Claro que esse assunto não seria nem um pouco interessante pra mim se não fossem as consequências que esse resultado trouxe. Prússia levou tudo para o lado mais dramático e agiu como se tivesse perdido a Quarta Guerra Mundial, já que Alemanha tinha feito a promessa de que eles conseguiriam vencer a Eurocopa (Pare de fazer promessas quando bebe, Ludwig). Portugal, por sua vez, aceitaria ter perdido para qualquer um, menos para Espanha.

O resultado disso foi Prússia e Portugal juntos, bebendo até ter certeza de que o fígado de cada um foi reduzido a pó, xingando o mundo como um todo e, por fim, planejando uma macumba para Espanha perder a final.

Como eu sei disso? Antônio me ligou dizendo que Afonso chegou em casa com meia garrafa de vodca e contou tudo o que aconteceu. Juntei isso com a postagem do blog de Gilbert. 

Enfim, parece que Espanha ganhou da seleção italiana nas finais, então... Meus parabéns, Antônio.


Deixando os assuntos futebolísticos de lado, Brasil deu a ideia das nações improvisarem um arraial e todos aceitaram. Roma fez uma barraca do beijo, Austrália foi o delegado, Bulgária montou uma barraca de doces, Vash uma de tiro ao alvo... 

E por falar em Vash, fui visitar a barraca dele por curiosidade e acabei recebendo de Gilbert um porta-celular em forma de pintinho que ele ganhou no tiro ao alvo, mas não queria porque Gilbird ficaria com ciumes. Fiquei tentado a pagar uma rodada de chances para Suíça e ver se eu conseguia ganhar algo melhor.

Digamos que... Hm... Não me dei bem nos três primeiros tiros (errei todos) e paguei uma segunda rodada. Para minha surpresa e por muita sorte consegui ganhar o prêmio especial. Uma pistola alemã muito antiga.

Nesse momento, fui surpreendido ao me convidarem para ser o noivo de um casamento na roça, já que todo o bom arraial tem um. Noivo da senhorita Bélgica, por sinal. Acabei aceitando, mas o casamento não se realizou porque sequestraram a noiva duas vezes.

A senhorita Anri está bem agora, mas deixamos o casamento de lado.


Dei a capa de celular em formato de pintinho para Kugelmugel e fiquei com a arma. Ocorre que notei que quando disparei com ela, a mesma quebrou. 

Fui à casa de Vash pedir que ele consertasse a arma e para a minha surpresa fui bem recebido ele estava calmo demais. Esta bem, continuava com aquele mal humor permanente dele, mas havia algo estranho. Contei sobre a arma e pedi que ele a consertasse para mim. 

Nesse momento, notei que os olhos dele se moveram até focar uma caixa no canto da sala. Perguntei se estava tudo bem e ele afirmou que sim, concordando, em seguida, em consertar minha arma em três dias.

Ao sair da casa de Vash, perguntei se ainda tinha meu número e ele disse que sim. Falei para ligar se precisar.

Bem, isso foi o que aconteceu ultimamente. Fim do Eurovision, fim da Eurocopa... No final de julho teremos as Olimpíadas de Londres. Imagino que Arthur está tendo muito trabalho na casa dele e terá mais ainda com a nossa visita.


Ah, sim... Hm... Melhor aproveitar a oportunidade para presentear os aniversariantes de junho.

Dinamarca


Hungria


Seychelles

Saco de dormir

E o aniversariante de julho: Canadá

domingo, 31 de julho de 2011

Não estranhem. Voltei ao normal...



É, a magia de Seychelles deu certo afinal, só não havia funcionado na hora. Agradeço a ela, Itália e Japão por tudo.

Mande a conta depois, senhorita

Voltei ao normal enquanto Prússia tocava piano pra mim (eu sei, a frase é muito estranha -.-). Feliciano havia me deixado la correndo risco de levar uma mordida para cuidar de uns assuntos do G8. Só espero que dessa vez eu não volte a ser criança.

Bem, resumindo os últimos acontecimentos: Eu virei chibi, Japão uma garota (graças aos céus, voltamos ao normal), Paul um humano, Prússia um vampiro e Turquia um lobisomen (Mein Gott, acho melhor alguém consultar os astros e ver se não tem algum asteroide bloqueando os planetas regentes ¬¬).

Hm... Oh. Também houve um casamento. Só não caiam pra trás com o nome dos noivos.


Isso mesmo. Suiça e Lituânia. O casamento mais "crack" da história, da geografia e do senso crítico e lógico. França foi o organizador, e, como já era de se esperar, eu fui o pianista e Japão o fotógrafo.

Lituânia teve que ser praticamente arrastado por França até o altar, e Suiça havia sumido, mas um pequeno movimento financeiro o trouxe de volta. Pra finalizar, o padre oficial (Prússia) estava com aqueles problemas que todo vampiro tem ao entrar numa igreja.

Mas de alguma forma a cerimônia foi um sucesso... Ou quase.


Na verdade Vash não gastou dinheiro com uma festa (novidade ùu), pelo contrário, providenciou os papéis do divórcio assim que a cerimônia acabou. O problema é que Lituânia não assinou os papéis corretamente e, quando Suiça providenciou outros, Toris ficava perdendo a caneta toda hora deixando bem claro que não queria a separação (Bem... E quem ia querer? Basch é rico e faz o melhor chocolate de todos ¬///¬ *ama doces*).

Pra piorar, Sadik e Gilbert começaram a discutir de uma forma perigosa, e isso se deu por causa dos instintos de lobisomen e vampiro que predominam neles (sim, as duas raças são inimigas naturais). O clima ficou pesado e quando me senti no elenco de Crepúsculo, resolvi sair dali.

Sem festa, sem paz... O jeito foi me dirigir à doceria mais próxima para jantar. La encontrei Roma e Francis (esse último um pouco sensibilizado com o casamento e o "felizes pra sempre", esse discurso romântico todo ù.û). Sentei à mesa com eles e começamos a conversar.

Claro, a conversa foi boa, mas nem de longe foi animadora, e se fosse acompanhada de vinho, licor e cerveja, estaríamos feito três bêbados debatendo uma filosofia de boteco. Basicamente, França e Roma falavam sobre os amores platônicos e/ou impossíveis... Enfim, assuntos do coração (Conversar sobre isso com alguém que já saiu de alguns casamentos é meio complicado ú.ù).

Foi então que de repente ouvi um uivo. Não tinha lobos onde estávamos, exceto o Sadik, então imaginei que alguma coisa ruim poderia ter acontecido. Acabei pagando a conta da doceria e voltando para a igreja, apenas para levar um susto.

O local estava totalmente destruído. Parece até que tinha acontecido uma guerra la. E de fato tinha mesmo. Gilbert e Sadik tinham lutado ferozmente, até um ter certeza que eliminaria o outro. Prússia estava inconsciente no chão e um dos vitrais da igreja estava quebrado, sinal que Turquia tinha ido embora movido pelos instintos. Agora um certo vampiro precisava de ajuda e como eu estava ali...

...

Certo, antes de continuar, vou deixar uma coisa bem clara ù.u: França não é meu amigo, Prússia me inferniza. Eu não os suporto também. Aliais, esses dois problemáticos já me deram muita dor de cabeça.

Hm... Ai vai uma pequena história...


Depois que Napoleão III virou chefe do Francis, o primeiro país que ele quis invadir fui eu, no entanto, antes que ele vencesse a batalha e me tomasse Veneza, Gilbert interveio e meio que o amedrontou. Francis então acabou assinando o tratado de Paz comigo.

Mas mesmo sendo meu aliado, Gilbert e eu tínhamos interesses diferentes acerca da futura unificação alemã. Em 1859, o novo ministro prussiano, Bismarck, decidiu usar a força para isso, treinando Prússia e todo o seu exército para serem imbatíveis. O objetivo dele era derrotar Dinamarca, eu e Francis por etapa.


Prússia e eu lutamos juntos contra Dinamarca, mas depois de vencermos, houve o proposital atraso na entrega dos ducados que me cabiam. O resultado disso foi a guerra austro-prussiana, com Gilbert sendo ajudado por Itália.


Fui facilmente derrotado por ter que cuidar de duas frentes de batalha, e adivinha quem eu tive que chamar para arbitrar as negociações? Justamente o França. A paz me custou a perda da passagem de Schleswig e Holsteinperdi, e acabei perdendo Veneza pro Itália.

Pronto. Fim da aula de história ù.u

Mas mesmo com essa rixa que se passou entre nós, não faz mal ouvir as boemias de um francês sensível ao extremo com assuntos do coração, certo? Hm... Quanto ao Gilbert, acabei levando-o pra casa e injetando umas bolsas de sangue... Coisas do tipo. Não é tão difícil pra quem já hospedou o Rússia. Enfim.

Depois eu mando a conta para os dois. ù.u *cruza os braços*