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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Coisas aleatórias


Hora de tirar a poeira desse blog. Estive tão ocupado compondo minha nova rapsódia e resolvendo problemas internos que acabei até esquecendo os ovos da páscoa. Agora o período já passou e não vale a pena entregá-los, claro. Fica para o próximo ano, ou não.

Sobre o Eurovísion... Hm... Está bem, no começo não concordei com o fato de levarem uma dupla de Hip Hop para me representar... Especialmente com uma música chamada  "Woki Mit Deim Popo" com direito à dançarinas de pole dance fazendo jus à coreografia. Mas... Certo, eu reconheço que apesar de ficar apenas nas semifinais, Trackshittaz, conseguiu bastante admiração do público... E... Digamos que fazer rimas com reiterados refrões, usando camisa com capuz ao lado de dançarinas de pole dance foi até... Hm... Divertido.

Mas isso não significa que você tinha direito de ficar tirando essas fotos, Kiku

Depois do Eurovision 2012, achei que seria interessante ficar longe de tanto barulho e viajar pelo mar por conta própria. Era pra eu chegar ao Caribe, mas de alguma forma acabei parando nas Ilhas Malvinas. Fiquei por la então, na casa de Falklands, também conhecido como Anthony Kirkland.

Fique longe de Turquia, Bulgária e outros pedos de plantão, rapaz.
Eles são casados, mas nunca se sabe.

Cheguei la em um momento bem inoportuno, pois havia uma discussão pela paternidade dele, envolvendo basicamente Inglaterra, Argentina, Prússia e... Acho que só. Basicamente, Falklands reconhece Inglaterra como mãe, muito bem, obrigado. Mas Argentina e Prússia também tiveram participação no seu crescimento. Não sei por que uma conversa dessas em pleno século XXI, mas acredito que deve ter influência de alguma rodada de bebida que circulou antes da minha chegada e_ê

Quando cheguei, o debate havia se iniciado. Falklands correu para o meu lado (mesmo que mal nos conheçamos) enquanto a discussão se prosseguia. Não vou entrar em detalhes, mas o garoto concluiu que Argentina era seu pai e Prússia e Inglaterra suas mães. Os dois últimos começaram a protestar por causa do título maternal, e como o mais insistente foi o Inglaterra, apenas ele conquistou o título de pai. Apesar d'eu achá-lo mais maternal que Prússia... E olha que Prússia é menos viril que Hungria.

Então a árvore dele ficou mais ou menos assim: Papai Inglaterra. papai Argentina e mamãe Prússia. Como Romano está com Argentina, ele também é mãe do garoto. Esqueci alguma coisa? Hm... Sim, até agora não se sabe se América é irmão dele, tio ou padrasto (por causa de Gilbert), mas... Certo, isso está bem confuso e não vale a pena discutir.

Enfim, depois que a confusão passou, resolvi ficar por aqui, na casa do jovem Kirkland, aproveitando um pouco a paisagem. Quem sabe consiga inspiração para concluir minha rapsódia.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Dorgas na madrugada



Minha cabeça vai explodir...

Eu acabei não voltando pra casa depois de sair da Suíça. Na verdade vim para a Itália, a convite de Roma.  Pra ser sincero estou na casa dele.

Nenhum ponto turístico foi visitado. Tudo o que eu ganhei até agora foi uma grande ressaca e tudo por causa de uma sucessão de eventos que ocorreram durante uma reunião que durou duas madrugadas inteiras na casa de Roma. Além de nós dois estavam Itália, Argentina e Vietnã (essa última veio para ficar um pouco longe do assédio de China e Coréia).

Pois bem, acabamos virando a noite duas vezes fazendo coisas idiotas aleatórias e regados a... Vodca, eu não sei. Não darei muitos detalhes porque... Sinceramente, não lembro quase nada. Na verdade nem sei como eu fui participar disso. 

No meio da reunião, Martin inventou uma brincadeira chamada "eu nunca", em que alguém dizia "eu nunca fiz... (insira qualquer coisa aqui)", e aquele que tivesse feito a coisa que a pessoa disse que nunca fez tinha que beber uma dose. Quando tive que tomar a sexta dose de vodca, Itália mal se aguentava em pé, França já havia tirado toda a roupa e Argentina tentava usar o charme latino em Vietnã, a qual já bebia a... Não sei qual dose.  

Enfim, quando alguns de nós estavam prestes a entrar no estado de ameba, Roma sugeriu a brincadeira do "verdade ou desafio".

Eu não vou contar as verdades reveladas porque é claro que não me lembro de nenhuma delas... Tem até umas coisas que eu acho que eu disse e prefiro acreditar que elas nunca saíram de minha boca. 

Quanto aos desafios... Eu me lembro vagamente deles. Vejamos... Uma declaração de amor pro Sadik, um streap-tease, uns vídeos R+18 gravados por Roma (com algumas imagens de gansos e castores em situações nada convencionais), uma aquarela do Brasil com a bandeira brasileira, e alguma coisa envolvendo Itália e molho de tomate. Eu tenho quase certeza que esse último não foi sonho. 

Minha cabeça...

Tenho mesmo que voltar pra casa e aproveitar o restante da temporada do natal. Acho que esse meu passeio já deu o que tinha que dar.

Depois que essa ressaca passar, eu pegarei o primeiro voo. *Deixa o notebook de lado na cama e afunda a cabeça no travesseiro*

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Die jüngsten Entwicklungen.

Peço perdão por ficar tanto tempo sem postar. Ainda estou na casa do Suíça, mas é melhor voltar para a minha logo. É bastante indelicado ficar na casa de alguém por tanto tempo.

A casa de Vash é bastante tranquila, então deu para descansar bastante. Pude, inclusive, visitar a pequena Lily por uns dias e comprar um estoque do chocolate suíço já que é mais barato nas redondezas.

Bem, de todos os eventos, acredito que um tenha se destacado mais durante essa viagem. Tudo começou numa tarde em que decidi comprar ingredientes para Chestnut Cake (uma das sobremesas favoritas de Vash e Lily) em agradecimento à hospedagem, mas de alguma forma estranha, acabei parando em um parque de diversões. Antes que eu saísse, porém, uma conhecida voz me chamou.
Polônia

_ Hei, senhor Áustria! _ Ele acenou para mim. _ Está passeando?

_ Hn? Ola, Feliks. Bem, eu estava, mas já vou embora.

_ Vai? Só porque eu cheguei?

Claro que não tinha nada a ver com o fato dele ter chegado, então acabamos passeando juntos. Tivemos uma pequena discussão acerca de quais brinquedos íamos (já que eu me neguei a ir na montanha russa e no carrossel) e também nos desencontramos na casa dos espelhos, mas felizmente nada disso atrapalhou a tarde. Ainda consegui ganhar um pônei de pelúcia no tiro ao alvo depois que descobri sobre o desvio de mira ù.u. 



Houveram outros acontecimentos durante minha estadia na Suíça, um deles envolvendo um suposto fantasma na casa da pequena Lily, mas creio eu que tanto drama não passa de uma bobagem. Afinal nada foi comprovado.

Isso é tudo. Acabei de fazer minhas malas e logo voltarei para casa, mesmo porque o natal está chegando e tenho que cuidar dos preparativos. Acabei perdendo o dia de São Nicolau (6 de dezembro) com essa demora.

Auf wiedersehen.



quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Reisen und Geschenke...



Desculpem-me por não ter postado desde o meu aniversário. No mesmo dia, resolvi tirar uns dias para  viajar. Claro, sem exagerar nos gastos. 

Comecei pela Grécia, mas como Heracles estava ocupado demais trabalhando para pagar as dívidas, quem me recepcionou foi Hellena. 

Kalispera, Roderich. Tem tanta coisa que eu queria lhe mostrar que nem sei por onde começar! Que tal conhecer um banho grego?

_ Parece interessante, mas eu prefiro começar pelos pontos turísticos. Não ficarei muitos dias aqui.

_ Tudo bem. Então vamos.

Grécia Antiga realmente tem uma bagagem histórica muito louvável e um aperto de mão tão forte quanto o da Hungria. Visitamos a Academia de Artes de Atenas, o Monte Licabeto, Museu Arqueológico de Tessalônica, Teatro Antigo de Lárissa e tantos outros locais que ocupei boa parte do meu cartão de memória com as fotos dessa viagem.

Pena que ela me forçou convenceu a comprar muitos suvenires. 

O próximo ponto foi Turquia. Claro, primeiro tratei de dar o presente de aniversário atrasadíssimo dele.

Um sachertorte feito por mim

Sadik me recebeu e fomos logo deixar as coisas na casa dele. Quando perguntei o que ele me recomendaria, respondeu-me:

_ Um hammam!

_ O que é isso?

_ Banho turco. Você não pode vir até aqui sem tomar um.

_ E como funciona?

_ Simples. Você é encaminhado a uma cabine, tira a roupa, calça um tamanco e se cobre com um pano. Depois se deita em uma sauna de mármore até relaxar e quando sair, alguém vai lhe pegar e lhe dar um banho completo que começa com uma esfoliação, uma boa ensaboada em seu corpo e termina com uma bela massagem. Depois é só jogar água e esperar lhe enxugarem. Nada de mistério. Quer experimentar?

Nem preciso mencionar como ficou minha cara ao ouvir aquilo.

Keine chance! Não vou compactuar com uma indecência dessas!

Ele deu uma gargalhada.

_ Deixa de ser frouxo, vai? É a ocasião perfeita pra conhecer gente nova! _ Ele me puxava pelo pulso. _ Sabe, não há separação da ala masculina e feminina. É tudo unissex.

Nein! Eu prefiro ver um ponto turístico! Solte-me!! >////<

Nota mental: Nunca mais tomar um banho turco.

Próxima parada, Rússia.

Qual é o problema? Todos sabem que gosto do balé russo. Eu só não esperava que fosse ver a apresentação do Lago do Cisne interpretada pelos bálticos... Pelo menos a comida daquele restaurante de Moscou era boa. 

_ Você fez de propósito, não foi? _ Perguntei.

_ Será um prazer lhe levar ao teatro, mas eu queria muito ver esses três me fazendo rir. Ahá. ^J^

_ Pelo menos não tem nenhum banho incomum no meio.

_ Que boa ideia! Os banhos russos são muito saudáveis. Vamos tomar um?

_ Nem pensar.

_ Eu insisto...

Não tinha como dizer "não" --

Surpreendentemente, Ivan estava certo. O banho russo é basicamente uma sessão de massagem com galhos de eucalipto imersos em água quente, seguida de uma massagem pra liberar as toxinas. É realmente saudável e bem relaxante. o.o

Antes de partir, cuidei de entregar o presente de Letônia.

Plataforma masculina.
Nada a declarar.

O próximo voo foi para o Japão e, como já era de se esperar, Kiku me levou para as termas (Isso já está parecendo uma viagem de banhos). 

_ Áustria-san, por favor, coloque seus óculos e sua cruz nesse balde para eles não caírem nas termas.

_ Sim, claro... _ De repente vi um flash_ O que foi isso?!

_ Ah, não deve ser nada. Por favor, fique a vontade.

Eu seria capaz de dormir naquelas termas se os irmãos de Japão não tivessem surgido e praticamente pulado nas águas. A paz foi embora. Coréia corria atrás de Hong Kong querendo apalpar-lhe os mamilos. Fui embora antes de ser a próxima vítima.

Pelo menos pude aproveitar e entregar o presente da Srta. Taiwan.

Um porta jóias

Kiku pediu desculpas pelo infortúnio, ofereceu-me toalhas, um kimono e um quarto longe do barulho dos outros asiáticos. Deixamos para visitar os pontos turísticos no dia seguinte. 

Acabei me esquecendo de cobrar os óculos que ele me deve

Peguei o voo para a casa de Suiça, mas, quando eu cheguei ao aeroporto, recebi um torpedo dele dizendo que não poderia me buscar. Resolvi economizar no táxi, então peguei um ônibus e...

É. Eu me perdi. ¬///¬

Não sei o que aconteceu. Acho que peguei o ônibus errado ou desci no ponto errado... Andei por um bom tempo e para o meu azar, não encontrei nenhum táxi.

Felizmente Suíça me ligou.

_ Roderich falando.

_ Onde você está, idiota?!

_ Oi para você também, Vash. Segundo meu GPS, eu estou em... Laupenstrasse, esquina com Belpstrasse. Bem, pelo menos ainda estou em Berna.

_ Fique onde está! Eu irei buscá-lo.

_ Danke.

Desliguei o celular e fiquei esperando por ele. Alguns minutos depois, um táxi estacionou ao meu lado e de dentro dele saiu um Suíça furioso.

_ Áustria, como você consegue se perder usando um GPS?!

_ Eu ganhei de aniversário, ainda não sei usá-lo direito. E... Bem, não estou perdido.

_ Está sim, senão já teria ido lá pra casa! Quantas vezes vou ter que largar meus afazeres para vir buscá-lo?

Eu ergui as sobrancelhas ao ouvir isso e, quando ele percebeu o que acabara de falar, repetiu meu gesto. Sorri sem querer, mas ele apenas desviou o olhar, fechou a cara e pegou minha bagagem.

_ Vamos embora. Liechtenstein está nos esperando.

Ele não mudou nada

E foi isso que aconteceu nos últimos dias. Hm... Por enquanto vou ficar aqui mesmo, na casa do Vash. A próxima parada será minha casa.

Quanto aos suvenires que Hellena me fez comprar, aqui estão.

Olhos gregos para todos. Comprados por livre e espontânea pressão ¬¬
Hm... Melhor guardar um pra mim.

[Off: Pois é. Estou atualizando o blog já que não vou entrar no chat até as coisas aqui se acalmarem. Bem... Até outro dia]

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Problemas de chibi

A coisa ta bem ruim pro meu lado. Essa minha nova forma não ta ajudando mesmo!

E pra piorar minha mente anda confusa demais. Muitas vezes acabo tendo recaídas e me comporto do mesmo como eu me comportava quando era criança. Tenho que achar a cura antes que eu acabe ficando assim permanentemente.

Ta certo, eu sempre soube me cuidar sozinho... Ta, nem sempre. Não foram poucas as vezes que Suiça tinha que largar tudo pra me ajudar, mas em geral, não precisei ser cuidado por ninguém.

Só que uma coisa era ser uma nação chibi na minha época, outra coisa TOTALMENTE diferente é ser um chibi em plexo século XXI. Eu to dizendo isso porque aconteceu uma coisa que definitivamente me fez querer ficar uns tempos na casa de outra nação, pelo menos até me recuperar.

Bem, tudo começou quando Sakura veio me visitar. E se eu estou cada vez mais parecido com uma criança, ela está se comportando cada vez mais como uma garota.


Sakura foi até legal vindo pra ca me dá uma ajuda. Ta certo que ela ficou me apertando boa parte do tempo, mas ela é muito carinhosa e cozinha tão bem... ^-^

O problema é que tive que acabar usando neko no mimi, usagi no mimi, chobbit no mimi e até umas fantasias de digimons, pokemons e outras criaturas aleatórias cada vez mais estranhas >.< Por sorte ela precisou ir embora.

Só que quando ela foi, sabe quem apareceu?



_ Roderiiiiich...

_ Heim? _ Olhei pra trás pra ver quem era _ TURQUIA!?

_ Sim... _ Ele se aproximava cada vez mais interessado _ Fiquei sabendo que você virou chibi e como todo chibi vai precisar de alguém pra cuidar de você e do seu território.

_ AAAAAAAAAH!!!

Sim, abri o berreiro, saí correndo e me escondi de baixo de uma estante.

_ Áustria, venha ca! Só quero cuidar de você. Que tal conhecer meu harém, heim? _ Ele se ajoelhou para tentar me pegar e então eu mordi a mão dele _ AAH! Moleque filho da...

_ Não sou criança nem vou pra harém nenhum, Sadik! Fora! FORA!

_ Não vou deixar você sem cuidados! Outra pessoa pode pegar seu território!

Ta bom, eu confesso, estava tremendo e implorando por uma ajuda de onde quer que viesse (a essas horas, ser exigente é idiotice ¬¬).

E o salvador da pátria foi a pessoa mais inesperada de todas


_ Áustriaaaa! Deixou a porta abeeerta! =u=  Eu vim agradecer pelo presente e lhe desejar um feliz dia do amigo atrasado!

_ Itália! _ Sorri. É, eu realmente fiquei feliz. Não só porque ele apareceu na hora certa, mas porque faz um tempão que não o vejo.

Ta. Confesso. Estava com saudades. ¬///¬

_ O Áustria não sai debaixo dessa estante. Tente tirá-lo dai e entregá-lo a mim, por favor.

Feliciano se abaixou e logo me olhou:

_ Vee~! Áustria, você está tão fofo! Por que não sai daí  pra comermos pasta?

_ Vou sair daqui quando o Sadik for embora! >.<

_ Oh... -,- Você ouviu, Sadik-san. Áustria está incomodado com você.

Talvez nos tempos da Batalha de Viena, Sadik teria declarado uma guerra contra Itália agora mesmo, mas como o contexto é outro, ele apenas se levantou e pigarreou.

_ Certo. Se conseguir pegá-lo me avise. u.û Eu estou querendo cuidar dele.

_ Ta. =/

Quando Sadik foi embora, Italia estendeu as duas mãos por debaixo da estante e me pegou. Ou melhor, me agarrou como se eu fosse um daqueles gatinhos que ele sempre carrega.

_ Kawaii! Kawaii! Kawaii! ^0^ Chibis são kawaiis!!

_ Itália... Ai! É, estou feliz em lhe ver também, mas não vá fazer a idiotice de chamar o Turquia, heim!

_ Não! Não! Mas você não pode ficar sozinho. Por que não vai pra minha casa? =D Tem pasta! E se alguém nos atacar eu grito "Doitsu! Tasuketteee!" e ele virá nos salvar!

_ Isso é vergonhoso -_-

_ Vamos! ^^ Eu vou cuidar de você!

_ ...

Eu fiquei calado enquanto ele me levava embora...

E pensar que no passado a situação era completamente oposta...



_ Desculpe, Itália. _ Falei do nada enquanto ele me carregava para a casa dele.

_ Vee~? Pelo que?

_ Quando você era criança eu fui muito rigoroso. Sinto muito.

_ Ah, não precisa dizer isso. =u= Você se preocupava muito comigo, cuidou de mim e me comprou roupas masculinas, né? Né?

Eu acabei sorrindo. Itália sempre foi gentil

É, agora estou na casa do Feliciano. Ta certo que eu não como nada além de pasta nesses últimos dias, mas fora isso estou muito bem. Eu só não esperava que o destino fosse tão irônico.